Finmeccanica: nuove commesse da Singapore

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Foto : Azioni Finmeccanica

Nuove commesse asiatiche per Finmeccanica

Buone notizie per Finmeccanica. Una società del gruppo – la Alenia Aermacchi – ha infatti ottenuto un nuovo contratto a Singapore, valutato intorno ai 250 milioni di euro. L’oggetto della commessa è la realizzazione e fornitura di 12 velivoli addestrati M-346, che la Alenia Aermacchi produrrà all’interno del consorzio formato con la ST Aerospace e la Boeing, e fornirà alle Forze Aeree della Repubblica di Singapore, arricchendo così il proprio portafoglio di ordini, che già vive su livelli di interesse considerevole.

L’ordinativo ottenuto dal Paese asiatico ha una scadenza graduale nel tempo: da quanto è stato reso noto alla stampa, la fornitura del primo velivolo è prevista per il 2012 (non è ancora dato sapere con precisione all’interno di quale trimestre o semestre).

Gli analisti che per primi hanno commentato la notizia, di recente diffusione, sostengono che quanto ottenuto a Singapore sarebbe l’ennesima conferma della qualità dei prodotti della Alenia Aermacchi e, in particolare, del velivolo M-346, oramai in procinto di diventare sempre più affermato sul fronte internazionale.

Finmeccanica osserva con soddisfazione questo nuovo risultato conseguito dalla società del gruppo, ricordando altresì come lo sviluppo dell’M-346 sia anche una conseguenza della collaborazione che il Governo Italiano ha avviato con l’industria della difesa.

Mar 28/09/2010 da Roberto Rossi in

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Lorena 22 marzo 2012 05:08
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Nune3o disse:Rodrigo, para colocar um pf3s-combustor no Spey do AMX teria que roepejrtar a cauda. E para atingir velocidades mais elevadas de forma eficiente, teria que roepejrtar a asa. O AMX (A-1) ne3o e9 supersf4nico por medida de economia, mas pelo prf3prio requisito do projeto, por uma escolha que veio desde o inedcio visando uma aeronave transf4nica de ataque a baixa altitude, e ele e9 todo projetado aerodinamicamente segundo esse requisito. Uma nova motorizae7e3o serviria para melhorar sua performance de decolagem com cargas mais pesadas, para aumentar sua manobrabilidade, mas ne3o para torne1-lo supersf4nico. E a essa altura, creio que remotorizar o avie3o teria custos desproporcionais aos benefedcios. Mas je1 ouvi falar que este3o incorporando algumas melhorias ao Spey, para um ligeiro (bem ligeiro mesmo, embora bem-vindo) aumento do empuxo e diminuie7e3o da fumae7a. Je1 estaria bom demais para o avie3o.Quanto ao M-346 para cae7a low , acho a ide9ia ve1lida, desde que o mesmo seja plenamente adaptado para carregar armamento, o que ne3o e9 assim te3o fe1cil no artigo de uma ou duas semanas atre1s sobre o KAI-T 50 Golden Eagle coreano, o colega Excel comentou sobre algumas dificuldades que o jato este1 tendo para desenvolver plenamente sua capacidade de carregar armamento. Para o M-346, se houver um bom potencial para arme1-lo com efice1cia, faria sentido a meu ver desenvolver conjuntamente uma verse3o de cae7a leve.E tem o Tejas, que e9 na verdade um cae7a-leve desde a concepe7e3o inicial, e que tere1 agora uma verse3o treinadora (para adaptae7e3o ao prf3prio modelo, a princedpio), que poderia dar um bom Lift. Vale lembrar que a cdndia desenvolveu um outro modelo de jato, bem mais simples que o Tejas, para a fune7e3o de treinador avane7ado, mas que compartilha com este uns 40% das pee7as, se ne3o me engano: o HAL HJT-36.E falando em avif5es mais simples, uma solue7e3o, embora ne3o seja a minha preferida, e9 o low ser ainda mais low . Esses novos Lifts custam beeeeem caro (mas e9 claro, muito mais baratos que os cae7as modernos, que se3o absurdamente caros).Talvez o que a FAB precise mais seja simplesmente um jato barato, que possa receber a avif4nica do A-29, para adaptar os pilotos para o vf4o a jato e uma arena de combate maior, sem muitas frescuras. Como o HJT-36, ou o primo mais pobre do M-346, o M-311 de asas retas, ou mesmo o Pampa argentino que, mesmo sendo bastante limitado, cumpriria a fune7e3o a um custo bem mais baixo. Mas e9 claro que todos esses seriam, caso utilizados como cae7as low , bem limitados, algo como o Xavante foi nos anos 70-80, e ne3o trariam muitas vantagens sobre os A-29. Enfim, muita coisa para se pensar apf3s a decise3o pelo F-X2!

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